segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

A Hoteleiro e Seu hóspede mais ilustre


Naquela vila, pequena e esquecida entre outras tantas em Judá, contavam que visitantes ilustres haviam passado por ali. Diziam que Rute, a moabita, depois de casar-se com Boaz com quem teve um filho que seria o avô de Davi, morou ali porque podia ver ao longe as colinas de Moabe.

Os habitantes da vila, contavam uns aos outros esta e outras histórias, como a dos valentes de Davi que tiraram água (não muito abundante) de um poço para levar para seu rei, mesmo durante um cerco de filisteus. Contavam que o famoso corredor Asael, estava sepultado em Belém. Davi mesmo teria passado por ali em suas idas e vindas para atender seus irmãos durante as inúmeras guerras contra os filisteus.

O dono da única hospedaria de Belém, orgulhoso, ostentava pequenas relíquias de visitantes ilustres que por ali haviam passado, mas passava a maior parte de seu tempo sentado, relembrando.

Ele foi tomado de um entusiasmo frenético quando o edito real obrigou o alistamento de todo o império. Comandou a esposa e os filhos numa faxina em todos os quartos da hospedaria. Pediu dinheiro emprestado para abastecer-se de pão, passas e vinho. Comprou até queijo.

E ficou olhando a estrada, com as mãos nas costas, esperando os que viriam alistar-se em sua cidade natal,  e ficariam hospedados em sua hospedaria.

O primeiro a chegar foi um homem velho, com um olhar meio distante. Comeu sozinho, num canto,  murmurando palavras ininteligíveis. Quando o hoteleiro veio para tirar os copos, e dar a entender ao hóspede que já era hora de retirar-se, foi pego de surpresa, quando as mãos frias do visitante agarraram seu braço. 
E o homem sibilou:  E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel...
Apavorado, o hoteleiro se desvencilhou do estranho hóspede, mandou-o lamber sabão, chamou os empregados e mandou que o atirassem na rua

Mas ficou pensando em suas palavras. E, se, o que o homem disse acontecesse.  Se por um golpe de sorte, ou do destino, ele recebesse um rei. Então, sim, sua hospedaria e até a própria vila entrariam para a história novamente. Ele poderia ficar rico.

Pensando com seus botões, o hoteleiro decidiu não deixar tudo ao acaso. Chamou a esposa e os filhos e deu ordens que preparassem o melhor aposento da casa.

Por que? Perguntaram?

Porque vamos receber um rei. Eu ouvi um oráculo daquele pobre homem que atiramos na rua. E decidi que vou acreditar no que ele disse. Mas isso só acontecerá se formos espertos, e se ficarmos atentos. Ficaremos ricos.

Chamou os filhos e lhes disse que ficassem por perto onde se fazia o alistamento, para ver as pessoas de boa aparência e que as trouxessem para a hospedaria, custasse o que custasse. E que o quarto reservado, seria para o visitante mais ilustre que encontrassem. Que insistissem para que viesse se hospedar ali.

E todos fizeram o que o dono da casa mandou. Ficaram a postos, avaliando as pessoas pela aparência, pela montaria, pelo número de empregados e pela comitiva que os acompanhava. E, conseguiram encher a hospedaria com essas pessoas. Mas ainda não havia ninguém no quarto preparado.

Um dos filhos do hoteleiro, o caçula, não estava convencido da estratégia do pai. O homem que fora expulso da hospedaria e jogado na rua, continuava sua ladainha de “E, tu Belém Efrata...!”. Seus olhos pareciam mais fora de foco ainda do que no primeiro dia. Sem comer, e sem dormir, andava desvairado repetindo as mesmas palavras....

O filho caçula ofereceu-lhe água e pão, as escondidas do pai. E perguntou-lhe: Moço, do que o senhor está falando? Meu pai disse que estamos esperando um visitante ilustre e o senhor fala de um rei, isso é verdade?

O homem aproximou-se do menino e disse: “Você meu filho, é o único que encontrei nessa cidade até agora que tem um coração-Belém!”  E começou a rir.

É verdade! É claro que é verdade! Você menino, Belém, você verá! Você Verá!

E com essas palavras o homem se foi para outra cidade.

No dia seguinte, no auge do alistamento, a cidade estava cheia. Havia pessoas por todos os lados. As famílias recebiam seus parentes distantes, festejavam a oportunidade de se verem depois de muitos anos.  Embora estivesse frio, acomodavam-se como podiam em todos os cômodos de suas pequenas casas.

Na hospedaria, o hoteleiro chamou os filhos e lhes disse que agora precisavam trazer um hóspede para o quarto preparado, e já não haveria mais lugar.

Os meninos e os empregados foram para o lugar do alistamento e ficaram observando.  O mais velho, acompanhava os visitantes, escolhendo muito bem de quem se aproximaria para oferecer o quarto preparado na hospedaria.

Um visitante ilustre, dissera o pai. E ele não falharia. Queria a aprovação do pai. Assim que viu um homem bem vestido, com anéis nos dedos, aproximou-se dele:

- Precisa de um quarto, senhor? Meu pai pode lhe oferecer o melhor da cidade em nossa hospedaria. O homem voltou-se para conversar com o menino, e nesse momento quase atropelou uma jovem grávida, que estava atrás dele na fila. A moça estava pálida de cansaço, e parecia que lhe faltava bem pouco para dar á luz. O marido já estava dando os nomes para o alistamento.

O homem rico olhou com desdém para a jovem grávida, mas resolveu primeiro cuidar de garantir um quarto para si. Ele estava  quebrado, vivendo de ostentação e de mentiras, mas ninguém sabia disso em Belém.

O filho do hoteleiro o conduziu para a hospedaria, e ele foi recebido com presteza pela família. Serviram-lhe a melhor comida, vinho, e o hoteleiro exigiu da família que o tratassem com todas honrarias que podia proporcionar.

Na mesma noite, mais tarde, chegou o homem com a esposa grávida. Pediu um quarto. Impaciente, o hospedeiro o despediu dizendo que não havia mais lugar, nem comida, e que não tinha tempo para se ocupar de pessoas tão comuns, e que tinha um hóspede ilustre para cuidar.

O filho caçula saiu novamente as escondidas, e levou o homem e a grávida para a estrebaria.

Aquela foi uma noite estranha em Belém. Na hospedaria, o hospedeiro passou a noite em claro. O hóspede rico se tornou exigente e mal-educado. Comeu, bebeu, atirou-se na cama e dormiu roncando e incomodando a todos. Pela manha bem cedo, acordou aos berros exigindo água para banhar-se.

Pessoas estavam nas ruas de Belém comentando o que havia acontecido durante a noite nos campos. Anjos haviam aparecido e anunciado aos pastores que havia nascido um rei. E que encontrariam o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.

Alguns diziam que havia uma estrela que brilhou a noite toda sobre a hospedaria.

O hoteleiro, cansado, com os olhos vermelhos da noite mal dormida, irritado, chamou a mulher e os filhos, para que não ficassem ouvindo conversas tolas logo pela manhã.

Quando entraram na hospedaria, perceberam o silêncio. Finalmente o hospede ilustre se acalmara. De repente, um criado veio, e anunciou ao hospedeiro que enquanto eles conversavam, o hospede havia desaparecido pela porta dos fundos sem pagar a conta.

Desalentado, o hospedeiro colocou o rosto entre as mãos. Cercado pela mulher e os filhos que tentavam consolá-lo, percebeu que faltava o caçula.

Onde está esse menino?

Estou aqui, pai!

Onde você estava, menino?

Espiando o rei, pai!

Que rei, menino?  Não tinha rei nenhum. O hóspede ilustre era um charlatão, deixou a maior bagunça no quarto e saiu sem pagar a conta! Fomos enganados!

Não era ele, pai! Era o rei bebê, que nasceu na estrebaria!

O que?

Sim, pai.... a estrela estava no céu, bem acima da hospedaria! A moça grávida, deu á luz um bebê! Os pastores vieram, trouxeram presentes.... eu fiquei lá espiando.... e toquei uma música para ele.... no meu tambor!

O hospedeiro levantou-se devagar... perguntou ao filho e onde eles estão agora? Cadê o rei bebê?

E o filho respondeu:

Eles já foram.... o pai disse que precisavam ir, que um rei mau queria matar o bebê.... então ele tomou a esposa, e o bebê e partiram assim que amanheceu o dia!

E o hoteleiro, e esposa e filho mais velho, começaram a chorar.....



O Hoteleiro e Seu hóspede mais ilustre


Naquela vila, pequena e esquecida entre outras tantas em Judá, contavam que visitantes ilustres haviam passado por ali. Diziam que Rute, a moabita, depois de casar-se com Boaz com quem teve um filho que seria o avô de Davi, morou ali porque podia ver ao longe as colinas de Moabe.

Os habitantes da vila, contavam uns aos outros esta e outras histórias, como a dos valentes de Davi que tiraram água (não muito abundante) de um poço para levar para seu rei, mesmo durante um cerco de filisteus. Contavam que o famoso corredor Asael, estava sepultado em Belém. Davi mesmo teria passado por ali em suas idas e vindas para atender seus irmãos durante as inúmeras guerras contra os filisteus.

O dono da única hospedaria de Belém, orgulhoso, ostentava pequenas relíquias de visitantes ilustres que por ali haviam passado, mas passava a maior parte de seu tempo sentado, relembrando.

Ele foi tomado de um entusiasmo frenético quando o edito real obrigou o alistamento de todo o império. Comandou a esposa e os filhos numa faxina em todos os quartos da hospedaria. Pediu dinheiro emprestado para abastecer-se de pão, passas e vinho. Comprou até queijo.

E ficou olhando a estrada, com as mãos nas costas, esperando os que viriam alistar-se em sua cidade natal,  e ficariam hospedados em sua hospedaria.

O primeiro a chegar foi um homem velho, com um olhar meio distante. Comeu sozinho, num canto,  murmurando palavras ininteligíveis. Quando o hoteleiro veio para tirar os copos, e dar a entender ao hóspede que já era hora de retirar-se, foi pego de surpresa, quando as mãos frias do visitante agarraram seu braço. E o homem sibilou:  E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel.... Apavorado, o hoteleiro se desvencilhou do estranho hóspede, mandou-o lamber sabão, chamou os empregados e mandou que o atirassem na rua

Mas ficou pensando em suas palavras. E, se, o que o homem disse acontecesse.  Se por um golpe de sorte, ou do destino, ele recebesse um rei. Então, sim, sua hospedaria e até a própria vila entrariam para a história novamente. Ele poderia ficar rico.

Pensando com seus botões, o hoteleiro decidiu não deixar tudo ao acaso. Chamou a esposa e os filhos e deu ordens que preparassem o melhor aposento da casa.

Por que? Perguntaram?

Porque vamos receber um rei. Eu ouvi um oráculo daquele pobre homem que atiramos na rua. E decidi que vou acreditar no que ele disse. Mas isso só acontecerá se formos espertos, e se ficarmos atentos. Ficaremos ricos.

Chamou os filhos e lhes disse que ficassem por perto onde se fazia o alistamento, para ver as pessoas de boa aparência e que as trouxessem para a hospedaria, custasse o que custasse. E que o quarto reservado, seria para o visitante mais ilustre que encontrassem. Que insistissem para que viesse se hospedar ali.

E todos fizeram o que o dono da casa mandou. Ficaram a postos, avaliando as pessoas pela aparência, pela montaria, pelo número de empregados e pela comitiva que os acompanhava. E, conseguiram encher a hospedaria com essas pessoas. Mas ainda não havia ninguém no quarto preparado.

Um dos filhos do hoteleiro, o caçula, não estava convencido da estratégia do pai. O homem que fora expulso da hospedaria e jogado na rua, continuava sua ladainha de “E, tu Belém Efrata...!”. Seus olhos pareciam mais fora de foco ainda do que no primeiro dia. Sem comer, e sem dormir, andava desvairado repetindo as mesmas palavras....

O filho caçula ofereceu-lhe água e pão, as escondidas do pai. E perguntou-lhe: Moço, do que o senhor está falando? Meu pai disse que estamos esperando um visitante ilustre e o senhor fala de um rei, isso é verdade?

O homem aproximou-se do menino e disse: “Você meu filho, é o único que encontrei nessa cidade até agora que tem um coração-Belém!”  E começou a rir.

É verdade! É claro que é verdade! Você menino, Belém, você verá! Você Verá!

E com essas palavras o homem se foi para outra cidade.

No dia seguinte, no auge do alistamento, a cidade estava cheia. Havia pessoas por todos os lados. As famílias recebiam seus parentes distantes, festejavam a oportunidade de se verem depois de muitos anos.  Embora estivesse frio, acomodavam-se como podiam em todos os cômodos de suas pequenas casas.

Na hospedaria, o hoteleiro chamou os filhos e lhes disse que agora precisavam trazer um hóspede para o quarto preparado, e já não haveria mais lugar.

Os meninos e os empregados foram para o lugar do alistamento e ficaram observando.  O mais velho, acompanhava os visitantes, escolhendo muito bem de quem se aproximaria para oferecer o quarto preparado na hospedaria.

Um visitante ilustre, dissera o pai. E ele não falharia. Queria a aprovação do pai. Assim que viu um homem bem vestido, com anéis nos dedos, aproximou-se dele:

- Precisa de um quarto, senhor? Meu pai pode lhe oferecer o melhor da cidade em nossa hospedaria. O homem voltou-se para conversar com o menino, e nesse momento quase atropelou uma jovem grávida, que estava atrás dele na fila. A moça estava pálida de cansaço, e parecia que lhe faltava bem pouco para dar á luz. O marido já estava dando os nomes para o alistamento.

O homem rico olhou com desdém para a jovem grávida, mas resolveu primeiro cuidar de garantir um quarto para si. Ele estava  quebrado, vivendo de ostentação e de mentiras, mas ninguém sabia disso em Belém.

O filho do hoteleiro o conduziu para a hospedaria, e ele foi recebido com presteza pela família. Serviram-lhe a melhor comida, vinho, e o hoteleiro exigiu da família que o tratassem com todas honrarias que podia proporcionar.

Na mesma noite, mais tarde, chegou o homem com a esposa grávida. Pediu um quarto. Impaciente, o hospedeiro o despediu dizendo que não havia mais lugar, nem comida, e que não tinha tempo para se ocupar de pessoas tão comuns, e que tinha um hóspede ilustre para cuidar.

O filho caçula saiu novamente as escondidas, e levou o homem e a grávida para a estrebaria.

Aquela foi uma noite estranha em Belém. Na hospedaria, o hospedeiro passou a noite em claro. O hóspede rico se tornou exigente e mal-educado. Comeu, bebeu, atirou-se na cama e dormiu roncando e incomodando a todos. Pela manha bem cedo, acordou aos berros exigindo água para banhar-se.

Pessoas estavam nas ruas de Belém comentando o que havia acontecido durante a noite nos campos. Anjos haviam aparecido e anunciado aos pastores que havia nascido um rei. E que encontrariam o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.

Alguns diziam que havia uma estrela que brilhou a noite toda sobre a hospedaria.

O hoteleiro, cansado, com os olhos vermelhos da noite mal dormida, irritado, chamou a mulher e os filhos, para que não ficassem ouvindo conversas tolas logo pela manhã.

Quando entraram na hospedaria, perceberam o silêncio. Finalmente o hospede ilustre se acalmara. De repente, um criado veio, e anunciou ao hospedeiro que enquanto eles conversavam, o hospede havia desaparecido pela porta dos fundos sem pagar a conta.

Desalentado, o hospedeiro colocou o rosto entre as mãos. Cercado pela mulher e os filhos que tentavam consolá-lo, percebeu que faltava o caçula.

Onde está esse menino?

Estou aqui, pai!

Onde você estava, menino?

Espiando o rei, pai!

Que rei, menino?  Não tinha rei nenhum. O hóspede ilustre era um charlatão, deixou a maior bagunça no quarto e saiu sem pagar a conta! Fomos enganados!

Não era ele, pai! Era o rei bebê, que nasceu na estrebaria!

O que?

Sim, pai.... a estrela estava no céu, bem acima da hospedaria! A moça grávida, deu á luz um bebê! Os pastores vieram, trouxeram presentes.... eu fiquei lá espiando.... e toquei uma música para ele.... no meu tambor!

O hospedeiro levantou-se devagar... perguntou ao filho e onde eles estão agora? Cadê o rei bebê?

E o filho respondeu:

Eles já foram.... o pai disse que precisavam ir, que um rei mau queria matar o bebê.... então ele tomou a esposa, e o bebê e partiram assim que amanheceu o dia!

E o hoteleiro, e esposa e filho mais velho, começaram a chorar.....



terça-feira, 1 de maio de 2018

About Angels - In Hebrews1:5-14

1. Angels are created by God, but they will never enjoy the sonship as Jesus enjoyed and I do too, because of Him, the first born among many brothers. Romanos 8:29. Angels are very special but they are not children of God. Jn. 1:12

2. Angels can not call God - Father - this is a privilege that we attain in Jesus. Rm. 8:15

3. Angels can adore Jesus too! But our adoration is different because it comes from a transformed heart that is willing to worship and adore him. Sl. 97:7

4. Angles can not be flames of fire! It means that angels can not receive the Holy Spirit - the flames of fire over each one of them. Sl. 104:4 - Acts 2:3

5. Angles will not reign with Jesus. Hb, 1:13 - As we will reign with Him forever.

6.Angles will not sit at the right hand of God, as we can in Jesus. Lk. 22:69 - Eph. 2:6

7. Angles will not share the victory of Jesus over his enemies as we will - because our faith is the victory that overcome the world. I Jn. 5:4


Sobre os anjos em Hebrews 1:5-14


1. Os anjos foram criados por Deus, mas nunca desfrutarão da filiação como Jesus e eu podemos desfrutar. Jesus é o primogênito entre muitos irmãos, Romanos 8:29. Os anjos são muito especiais, mas não são filhos de Deus. João 1:12

2. Os anjos não podem chamar Deus de “Pai”, este é um privilégio que recebemos em Jesus. Romanos 8:15

3. Os anjos também podem adorar a Jesus! Mas a nossa adoração é diferente, porque vem de um coração transformado e disposto a adorar e louvar a Ele. Salmos 97:7

4. Os anjos não podem ser chamas de fogo! Isto significa que os anjos não podem receber o Espírito Santo, as línguas de fogo sobre cada um deles. Salmos 104:4 – Atos 2:3

5. Os anjos não reinarão com Jesus – Hebreus 1:3 – como nós reinaremos com Ele para sempre.

6. Os anjos não podem se sentar á direita de Deus, nós podemos, em Jesus – Lucas 22:69 – Efésios 2:6

7. Os anjos não compartilharão a vitória de Jesus sobre Seus inimigos, como nós, porque a nossa fé é a vitória que vence o mundo I João 5:4.






sábado, 10 de fevereiro de 2018

Não há paz em nossas fronteiras

Não há paz em nossas fronteiras

Não há paz em nossas fronteiras...
...há medo e insegurança mesmo quando estamos juntos sob a mesma bandeira. Não é um movimento de reconciliação, mas uma estratégia política de trégua.

Não há paz em nossas fronteiras...
...em nossas fronteiras pessoais, porque queremos conquistar nosso terreno individual para construir nossas tendas, sozinhos...

Não há paz em nossas fronteiras...
...individualismo é o nome de nossa doença que nos mantém em quarentena, mas não queremos ser curados. Temos medo dos germes do inimigo. Todos os demais são o inimigo.

Não há paz em nossas fronteiras...
...porque queremos todos os mistérios e toda a ciência que prolongue nossos dias, mas não sabemos o que é realmente vida.

Não há paz em nossas fronteiras...
...porque o ódio foi semeado em nossos corações quando acreditamos ser os primeiros e todos os demais estão fora da equação.

Não há paz em nossas fronteiras...
...porque temos tanto medo das outras pessoas, em ciúmes, competição, inveja e desconfiança, que só podemos nos comunicar através dos quadrados de nossos eletrônicos – a prisão de nossa segurança.

Não há paz em nossas fronteiras...
...porque estamos consumidos por nossos desejos, nossas necessidades e nossas vontades, que não podemos mais escapar do consumismo.

Não há paz em nossas fronteiras...
...em nossas fronteiras interiores, porque queremos tanto a liberdade, que não sabemos mais quem somos, nosso propósito ou nosso destino.

Não há paz em nossas fronteiras...
...por para este tempo, Deus está morto, e Ele é a paz que não temos. E daqui a pouco, só mais um pouco, não saberemos mais o que é a paz.


Autor Desconhecido





THERE IS NO PEACE IN OUR BORDERS

There is no peace in our borders…
…there is fear and insecurity, even we are together under one flag.
It is not a move of reconciliation, but a political strategy to grant a truce.

There is no peace in our borders…
…not in our personal borders, as we want to conquer our individual grounds, to make our tents alone.

There is no peace in our borders…
…because individualism is the name of our sickness, that keeps us in quarantine. But we don´t want to be healed. We are afraid of the germs of the enemy – everyone else is the enemy.

There is no peace in our borders…
…because we want all the mystery, all the science that prolongs our days, but we don´t know what life is really.

There is no peace in our borders…
…because the seeds of hatred were sown in our hearts, when we believed ourselves to first and everyone else were out of the equation.

There is no peace in our borders…
…because we are so afraid of the others, with jealousy, competition, envy, mistrust, the we can only talk through the squares of our electronic devices – the prison of our security.

There is no peace in our borders…
…because we are consumed by our desires, our needs, and  our wants, and we cannot scape consumerism.

There is no peace in our borders…
… because in our inner borders we want to be so free, that we don´t know anymore who we are, our purpose and our destiny.

There is no peace in our borders…
… because in this time, God is dead, and He is the peace we don´t have, and soon, very soon we will not know anymore, what is the meaning of peace.



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Crônicass de Richardson Springs


Amerelo-Açafrão

              A impressão que eu tinha era que estava respirando pó quente! Como se eu fosse um aspirador de pó. Só que silencioso. Ou como se eu fosse um grão de arroz que alguém estivesse cozinhando, numa panela enorme, cheia de açafrão. Tudo meio amarelado. Acho que nunca mais vou me esquecer dessa cor – amarelo-açafrão.
              Desde Atlanta, eu tinha a impressão que o mundo estava em mute, só depois é que descobri que era a consequência da pressão nos meus ouvidos quando o avião aterrissou. Sem solavancos, apenas uma dor lancinante nos ouvidos, e depois sair às pressas. Parecia que não suportaria nem um minuto a mais dentro do avião.
              Engraçado que o mundo parece tranquilo e normal. Mas nada está normal. A Coréia do Norte quer guerra com o resto do mundo. Um furacão estava vindo em nossa direção enquanto voávamos de São Paulo para Atlanta. E os Jocumeiros reunidos na Costa Rica, estavam adorando a Deus, e falando sobre “...assim na terra como no céu!”.
              No Brasil, a política mais corrupta da história continua cuidando apenas de seus interesses, em ocultar suas falcatruas, e driblar o povo de enfrentar uma dura realidade: não temos um candidato para presidente da república, com um mínimo de confiabilidade.
              E a igreja embalando a si mesma em suas canções não de ninar, mas vai ficar tudo bem... a única coisa que precisamos saber é que Ele nos ama. Somos bebês, e tudo vai ficar bem... não sei para quem.
              Por tudo isso, não me parecia sensato viajar agora. Eu fiquei esperando que Roland “caísse em si, e me dissesse, não, não vamos, não podemos ir”. E a cada vez que eu perguntei, ele disse: Nós vamos!
              Duas pessoas experientes como nós deveriam ter a capacidade de ouvir a voz de Deus, e fazer uma decisão sábia, e que as coisas acontecessem, seguissem um curso normal de ação. Mas não foi isso que aconteceu. Parecia que estávamos esperando naquela velha opção  “porta aberta, porta fechada”, e cada porta batendo na nossa cara, bem fechada!
              Esperar contra a esperança foi se tornando uma realidade. Um dia, no refeitório, eu mesma dissera essas palavras, no devocional, em tom de brincadeira, e depois me dei conta que falara mais em sério do que eu mesma imaginava. Que se Deus quisesse que fossemos como Abraão e Sara, peregrinos em nossa velhice, eu estava disposta a ser.
              Depois, fiquei surpresa em saber que outros casais, sêniors, como nós estão vivendo experiências semelhantes. Em outros lugares, e alguns com problemas sérios de saúde.
              Pensei todas essas coisas nos intervalos entre um sono agitado, mas profundo, graças a Deus, durante o voo para Atlanta.
              Sentia-me não apenas incompetente, mas também ingênua, com tantos erros que cometemos no preparo de nossa viagem: datas, comprar a passagem, seguro, passaportes, documentos, consultas médicas.  Não parecíamos missionários, mas sim, dois velhinhos inexperientes.  Confiantes demais em algumas pessoas, e de menos em outras.
              Além do mais, estava lidando com alguns assuntos interiores, relacionados a administração de finanças, relacionamentos difíceis, conversas que ficaram para trás, interrompidas e perdas. Emoções difíceis de administrar, com os meus pais, irmãos, filhos e netos.
              Não podia simplesmente virar a página e presumir que poderia espiritualizar tudo, e com um sorriso enigmático ir em frente.
              Passei horas diante do computador esperando, sem escrever uma só palavra, sem inspiração, sem confiança, sem fé, sem nada. Tomada por um desânimo e um imenso cansaço.
              As vezes, me levantava, e para ser obediente ao meu marido, para mostrar confiança nele, arrumava algumas coisas, empilhava algumas peças de roupa, abri a mala sobre a cama, e comecei a fazer espaço nos armários para o casal que ocuparia nossa casa durante o período que ficaríamos fora – um ano.
              Estava tentando ser submissa ao meu esposo a quem posso ver, numa  tentativa de desenvolver alguma obediência a Deus a quem não posso ver. E olhava para Roland tentando monitorar se ele estava bem, se não estava voltando a ter os sintomas do desgaste emocional que teve anos atrás e que insiste em voltar quando o nível de estresse aumenta, quando as coisas ficam difíceis, o que é quase sempre.
              Suspeito que nesses dias, os dois fizemos a mesma coisa, escondendo um do outro nossos sentimentos mais profundos, nossos medos, um  tentando proteger e ser forte para que o outro não desmoronasse emocionalmente. Oramos muitas vezes, lemos a Bíblia, cantamos, procuramos a mão um do outro durante a noite. Dormimos abraçados e de mãos dadas. Sem falar muito.
              Antes de embarcar em São Paulo, ele pediu para eu escrever quais os medicamentos que havia tomado. Ali eu pude ver o quanto que ele estava realmente preocupado, e que me dava essa liberdade, e que estaria ali para mim, como ele sempre está. Acho que foi a coisa mais amorosa que ele fez.
              De dentro do avião em Sacramento, vi como as malas foram empilhadas na vagonete que as levaria para serem retiradas. Apesar da habilidade dos funcionários do aeroporto em aproveitar bem o espaço, eu me lembrava de Roland ajeitando nosso fusca quando viajamos de férias com nossos filhos pequenos, entendi porque nossa mala estava quebrada quando a retirei.
              Rapidamente, Ramona e eu decidimos ir ao guichê de reclamações e ver o que aconteceria. Acho que aquela moça também sabia como as malas eram arrumadas, porque me deu uma mala nova, e não demorou cinco minutos estávamos no carro, em direção a Chico.
              Roland e eu, sentados no banco de trás do carro de nossos amigos, conversando tranquilamente, fomos nos permitindo relaxar. Comecei a prestar atenção ao cenário e a ver os campos de arroz, amêndoas, e as cores amarelo açafrão.
              O carro deslizava pela pista, habilmente dirigido bem abaixo do limite de velocidade, o que eu aprecio muito, nos deixando ver a paisagem lá fora, protegidos pelo ar-condicionado do escaldante calor de quase 40 graus.
              Fim de verão, as cores do outono são realçadas pela falta de chuva,   fomos adentrando o vale de Richardson Springs, que será nossa residência pelos próximos três meses.

             

               






Graça sem adjetivo

Num tempo de tantas falsificações, cópias, enganos, falcatruas, em que não se pode confiar em quase nada e em poucas pessoas, ninguém ousaria dizer que a graça de Deus precisaria ser seguida ou precedida do adjetivo  genuíno. Qualquer que seja sua preferência gramatical, ou literária, a graça de Deus não precisa de adjetivo. Ou precisa?

Entretanto, parece que o apóstolo Pedro discerniu, pelo Espírito,  de maneira diferente.

Fiquei pensando o que o teria levado a adjetivar a graça de Deus, não apenas uma, mas várias vezes em sua carta. Estava meditando no capítulo cinco, e por causa desse adjetivo, reli a carta toda, e fui grifando a  palavra graça, ao mesmo tempo em que fui pedindo ao mesmo Espírito que guiou Pedro para escrever que me fosse esclarecendo, mais uma vez, as muitas, senão profundas, perguntas que me ocorrem quando leio a Bíblia.

Pedro escreveu a muito, muito tempo atrás. Mas parece que os problemas que ele tentou abordar em sua carta eram muito parecidos, com os que vivemos hoje em dia. No final de sua escrita, ele diz que escreveu "resumidamente", o que me faz pensar que em outras oportunidades ele já teria abordado os mesmos assuntos se não por escrito, pois não temos esses registros, talvez em suas pregações, seus ensinos ou em suas conversas com os irmãos.

Eu não estou vendo os irmãos conversando sobre esses assuntos e talvez lá uma ou outra pregação, fora das que ouvi de meu amado pastor que agora mesmo está de mudança, também, para essa região do mundo, onde atualmente me encontro.

Veja o que encontrei. Não quero pregar para você, nem para ninguém. Quero apenas registrar para mim mesma, e compartilhar  no meu blog com os quatrocentos e poucos amigos que me honraram acompanhando minhas Crônicas de Richardson Springs. Se voce me deu a honra de ler, então, agora é responsável pela minha enfatuação de continuar a publicar meus pensamentos.

Pedro começa a dizer que a graça foi destinada. Quer dizer, que não foi jogada onde pudesse cair. Sobre maus e bons. Isso é misericórdia. A graça tem destino certo. E o destino da graça é aquele que a recebe; que a aceita. Primeiro advérbio. Graça que não é recebida não é graça, é esperdício. Por isso, Pedro entendeu que a graça quando recebida, aceita, era graça destinada.

Depois ele fala de graça trazida. Veja bem, que interessante. A graça vem com a revelação. Ou seja, ela precisa ser revelada juntamente com a pessoa de Jesus Cristo. Jesus Cristo, é a graça de Deus e Ele revela a graça de Deus. Pedro era um homem simples e não brincava com as palavras, nem com conceitos tão profundos. O que ele estã escrevendo são revelações  para um tempo como este como o que estamos vivendo. Estes ensinos são cruciais para uma vida de vitória, uma vida plena, uma vida sem medo, sem ansiedade pelo futuro .

Em suas exortações práticas, Pedro se dirije aos maridos, como herdeiros da graça de vida, para que vivam a vida comum do lar e que suas orações não sejam interrompidas. Uma advertência simples para os homens, lembrando que casados, são partícipes da graça de vida, na concepção e criação de filhos, um privilégio dado por Deus, para cada homem.

Continuando a leitura do capítulo encontro a frase o Deus de toda a graça. O que pode significar a graça completa, ou todos os tipos de graça. Qualquer uma das interpretações parece uma redundância. A graça de Deus só pode ser completa, porque Ele é completo, pleno, perfeito. E a graça é a graça de Deus, porque Ele é a única fonte de bem e de favor. Então, Ele é  a  origem da graça, e a  única graça que salva, que sustenta,  Quando pensamos nessas coisas parece tão óbvio, mas precisa estar escrito, registrado para capturar nosso pensamento, nossa atenção, e nos levar para esse lugar de contemplar a glória eterna em Cristo Jesus.

E, terminando sua carta, Pedro escreve que através de Silvano, ele deu testemunho de que a aplicação dessas instruções, que ele resumidamente escreveu (aí você tem que ler a carta toda, e eu diria que todo Cristão deveria ler essa carta e as outras, pelo menos uma vez, de tempos em tempos), isso tudo é a verdadeira, a genuína graça na qual nós estamos.

Ou seja, neste tempo que estamos vivendo, ou estamos vivendo na graça genuína, com relação aos familiares, ao casamento, ao trabalho, às autoridades, aos irmãos no Corpo de Cristo, aos perdidos, quer sejamos homens, mulheres, jovens, escravos, livres, ministros, ou pessoas comuns, ou estamos em algum tipo de falsificação e de engano, totalmente distantes da verdadeira revelação, do verdadeiro Deus, da verdadeira salvação, do verdadeiro evangelho, da verdadeira vida que flui da vida de Cristo Jesus dada por nós.

A graça precisa de adjetivos? Não, a graça não! Mas eu preciso desses adjetivos, para  ver se eu entendo essa imensa provisão de graça !







Graça sem adjetivo


Graça sem adjetivo


Num tempo de tantas falsificações, cópias, enganos, falcatruas, em que não se pode confiar em quase nada e em poucas pessoas, ninguém ousaria dizer que a graça de Deus precisaria ser seguida ou precedida do adjetivo  genuíno. Qualquer que seja sua preferência gramatical, ou literária, a graça de Deus não precisa de adjetivo. Ou precisa?

Entretanto, parece que o apóstolo Pedro discerniu, pelo Espírito,  de maneira diferente.

Fiquei pensando o que o teria levado a adjetivar a graça de Deus, não apenas uma, mas várias vezes em sua carta. Estava meditando no capítulo cinco, e por causa desse adjetivo, reli a carta toda, e fui grifando a  palavra graça, ao mesmo tempo em que fui pedindo ao mesmo Espírito que guiou Pedro para escrever que me fosse esclarecendo, mais uma vez, as muitas, senão profundas, perguntas que me ocorrem quando leio a Bíblia.

Pedro escreveu a muito, muito tempo atrás. Mas parece que os problemas que ele tentou abordar em sua carta eram muito parecidos, com os que vivemos hoje em dia. No final de sua escrita, ele diz que escreveu "resumidamente", o que me faz pensar que em outras oportunidades ele já teria abordado os mesmos assuntos se não por escrito, pois não temos esses registros, talvez em suas pregações, seus ensinos ou em suas conversas com os irmãos.

Eu não estou vendo os irmãos conversando sobre esses assuntos e talvez lá uma ou outra pregação, fora das que ouvi de meu amado pastor que agora mesmo está de mudança, também, para essa região do mundo, onde atualmente me encontro.

Veja o que encontrei. Não quero pregar para você, nem para ninguém. Quero apenas registrar para mim mesma, e compartilhar  no meu blog com os quatrocentos e poucos amigos que me honraram acompanhando minhas Crônicas de Richardson Springs. Se voce me deu a honra de ler, então, agora é responsável pela minha enfatuação de continuar a publicar meus pensamentos.

Pedro começa a dizer que a graça foi destinada. Quer dizer, que não foi jogada onde pudesse cair. Sobre maus e bons. Isso é misericórdia. A graça tem destino certo. E o destino da graça é aquele que a recebe; que a aceita. Primeiro advérbio. Graça que não é recebida não é graça, é esperdício. Por isso, Pedro entendeu que a graça quando recebida, aceita, era graça destinada.

Depois ele fala de graça trazida. Veja bem, que interessante. A graça vem com a revelação. Ou seja, ela precisa ser revelada juntamente com a pessoa de Jesus Cristo. Jesus Cristo, é a graça de Deus e Ele revela a graça de Deus. Pedro era um homem simples e não brincava com as palavras, nem com conceitos tão profundos. O que ele estã escrevendo são revelações  para um tempo como este como o que estamos vivendo. Estes ensinos são cruciais para uma vida de vitória, uma vida plena, uma vida sem medo, sem ansiedade pelo futuro .

Em suas exortações práticas, Pedro se dirije aos maridos, como herdeiros da graça de vida, para que vivam a vida comum do lar e que suas orações não sejam interrompidas. Uma advertência simples para os homens, lembrando que casados, são partícipes da graça de vida, na concepção e criação de filhos, um privilégio dado por Deus, para cada homem.

Continuando a leitura do capítulo encontro a frase o Deus de toda a graça. O que pode significar a graça completa, ou todos os tipos de graça. Qualquer uma das interpretações parece uma redundância. A graça de Deus só pode ser completa, porque Ele é completo, pleno, perfeito. E a graça é a graça de Deus, porque Ele é a única fonte de bem e de favor. Então, Ele é  a  origem da graça, e a  única graça que salva, que sustenta,  Quando pensamos nessas coisas parece tão óbvio, mas precisa estar escrito, registrado para capturar nosso pensamento, nossa atenção, e nos levar para esse lugar de contemplar a glória eterna em Cristo Jesus.

E, terminando sua carta, Pedro escreve que através de Silvano, ele deu testemunho de que a aplicação dessas instruções, que ele resumidamente escreveu (aí você tem que ler a carta toda, e eu diria que todo Cristão deveria ler essa carta e as outras, pelo menos uma vez, de tempos em tempos), isso tudo é a verdadeira, a genuína graça na qual nós estamos.

Ou seja, neste tempo que estamos vivendo, ou estamos vivendo na graça genuína, com relação aos familiares, ao casamento, ao trabalho, às autoridades, aos irmãos no Corpo de Cristo, aos perdidos, quer sejamos homens, mulheres, jovens, escravos, livres, ministros, ou pessoas comuns, ou estamos em algum tipo de falsificação e de engano, totalmente distantes da verdadeira revelação, do verdadeiro Deus, da verdadeira salvação, do verdadeiro evangelho, da verdadeira vida que flui da vida de Cristo Jesus dada por nós.

A graça precisa de adjetivos? Não, a graça não! Mas eu preciso desses adjetivos, para  ver se eu entendo essa imensa provisão de graça !